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Mostrando postagens com o rótulo Mil Platôs

Contra as inconvincentes ficções patrióticas

Deleuze / Guattari  

Para dar um fim ao juízo

No lies. No angels. No heaven.   O combate não é de modo algum a guerra. A guerra é somente o combate-contra, uma vontade de destruição, um juízo de Deus que converte a destruição em algo “justo”. O juízo de Deus está a favor da guerra, e de modo algum do combate. Mesmo quando se apodera de outras forças, a força da guerra começa por mutilá-las, por reduzi-las ao estado mais baixo. Na guerra, a vontade de potência significa apenas que a vontade quer a potência como um máximo de poder ou de dominação. Nietzsche e Lawrence verão nisso o mais baixo grau de vontade de potência, sua doença. Artaud começa evocando a relação de guerra EUA-URSS; Lawrence descreve o imperialismo da morte, dos antigos romanos aos fascistas modernos. É para melhor mostrar que o combate não passa por aí. O combate, ao contrário, é essa poderosa vitalidade não orgânica que completa a força com a força e enriquece aquilo de que se apossa.  [...]  O combate não é um juízo de deus, mas a maneira de acaba...

Geofilosofia

A filosofia impede que a besteira seja tão grande  quanto ela seria se não existisse a filosofia. Esse é seu esplendor. Para os filósofos, o ateísmo não é um problema, a morte de deus menos ainda [...]. O ateísmo não é um drama, ele é a serenidade do filósofo e a conquista da filosofia. Deleuze e Guattari